JAZZ FLATS- O SAPATO INESPERADO QUE PROMETE TOMAR O LUGAR DA SAPATILHAS

De vez em quando, alguns modelos de sapatos ganham espaço na moda sem nem percebermos e, com o tempo, começam a aparecer nas ruas, bares e até mesmo nos lugares mais casuais. E, ao que tudo indica, o calçado que promete dominar as próximas estações são os sapatos de jazz, que, de acordo com a Lyst, vêm sendo cada vez mais procurados e já se tornaram uma das principais apostas para ocupar o lugar das ballet flats, que marcaram a maioria das produções nos últimos anos. Mas, afinal, de onde surgiu essa tendência? Vem que eu vou te contar!

Em uma estética que remonta aos anos 70 e formas que lembram os oxfords, os jazz shoes possuem um formato arredondado e alongado, com pequenas amarrações na parte superior dos pés e um solado delicado e maleável. Inspirados no universo da dança e da música, esses calçados foram reinterpretados para o contexto urbano e contemporâneo, primeiramente por Michael Rider, diretor criativo da Celine, que apostou no modelo em suas últimas coleções. Logo depois, passaram a conquistar outras etiquetas e também a moda urbana.

E combinar o modelo com o estilo urbano e contemporâneo é muito mais fácil do que imaginamos. O calçado é bem versátil, transitando entre estéticas mais sociais, casual chic e até mesmo o estilo esportivo. As cores também variam entre tons neutros, azul e vermelho, combinando com calças amplas, saias, jeans e alfaiataria, ajudando a equilibrar tanto os looks mais casuais quanto a adicionar um toque a mais de estilo às produções mais sociais.

A moda passa a carregar cada vez mais o tom da nostalgia para os dias atuais, e os jazz shoes desenham bem essa junção de nostalgia, arte e um lado da moda que é capaz de reviver e reexperimentar aquilo que já é conhecido sob novas roupagens. Me contem: o que vocês acham dos jazz shoes? Usariam?

Beijos, Lalá.

TENDÊNCIAS MINIMALISTAS E OS ANOS 90- A HISTÓRIA DE CALVIN KLEIN E COMO A MARCA INFLUENCIA A MODA ATÉ OS DIAS ATUAIS

Se você gosta de moda, com certeza já ouviu falar de Calvin Klein. Muito mais do que as peças de underwear que já foram grandes tendências na internet, o estilista e sua marca homônima se tornaram grandes referências quando falamos de luxo, marketing, estética provocativa e, principalmente, de moda autêntica e original. E, graças ao boom de imagens de Carolyn Bessette, Kate Moss e das tendências que recriam a estética dos anos 90, trouxe um pouco da história do estilista que, lá atrás, ditou grande parte das trends que ainda nos marcam hoje.

Nascido em Nova York, no Bronx, em 1942, Calvin Richard Klein era filho de imigrantes húngaros e teve influência direta da família em sua trajetória como estilista. Com Molly, sua avó costureira, aprendeu desde cedo técnicas e processos de costura, o que o levou, anos depois, a se formar no Fashion Institute of Technology (FIT). Ao lado de seu amigo Barry Schwartz, fundou a Calvin Klein Inc., inicialmente focada em vestidos e casacos, já com um olhar voltado para o luxo.

Sua primeira linha foi muito bem recebida logo de início, e a marca rapidamente soube estabelecer códigos próprios que permanecem reconhecidos até hoje. A influência do sportswear, aliada a uma estética marcada pela sensualidade, foi um dos primeiros elementos da grife a dialogar com as novas vivências da mulher moderna, algo que permaneceu como pilar da estética de Klein, trazendo o presente para o centro de suas criações.A etiqueta também ficou conhecida pela genialidade de seu marketing, capaz de transformar o básico em luxo e desejo. As lingeries, por exemplo, que antes eram vistas como peças mais funcionais, passaram a ganhar um tom de sensualidade e uma estética mais íntima pelas mãos do estilista durante os anos 1990.

Assim, essas peças se tornaram sua marca registrada, ao lado dos jeans, da logomania e da estética minimalista, que valorizava mais as construções das roupas e dos tecidos do que os excessos de detalhes. Ainda assim, mantinha uma visão subversiva e urbana, alinhada principalmente ao contexto das mulheres modernas, embora suas coleções também apresentassem influências da estética unissex.

Calvin Klein é um dos designers mais conhecidos da história americana, unindo em sua trajetória grandes celebridades, tendências e uma estética atemporal e versátil, que continua fazendo parte do nosso cotidiano até hoje. Me contem: vocês gostam da marca? Eu confesso que amo!

Beijos, Lalá.

OUTONO/INVERNO 2026- AS ESTAMPAS E PADRONAGENS QUE CHEGAM JUNTO COM OS DIAS FRIOS!

A chegada do inverno sempre parece ser sinônimo de cores neutras e do minimalismo clean. Entretanto, em 2026, o inverno sério parece perder força e, agora, as estampas e padronagens ganham destaque nas principais produções do street style. O tom divertido e criativo promove a quebra das estéticas mais sóbrias que costumam acompanhar os dias frios.

E, nessa onda de novas estampas, a primeira delas a se destacar é a conhecida baby deer print ou fawn pattern, que remete às pintinhas das corças, trazendo tons mais rosados, entre bege e branco, para as peças e consolidando um dos animal prints mais delicados da atualidade. A característica dessa estampa é um toque mais romântico, já que se trata de bolinhas assimétricas menores, que aparecem desde tops, saias e vestidos até casacos mais pesados para o frio.

Atemporal e com o poder de sempre se repaginar, o xadrez também é uma padronagem que se destacou durante as últimas semanas de moda e agora vira protagonista no inverno. Porém, diferentemente das combinações tradicionais em cinza, preto e branco, as estampas se tornam maximalistas, com misturas mais intensas de cores e padronagens que unem linhas finas e grossas para compor versões de xadrez que fogem do clássico. Os destaques ficam principalmente por conta das variações do tartan e das releituras com um toque grunge e punk.

Diversas padronagens e estampas entram no radar e somem, mas muitas delas permanecem atemporais na moda e continuam conquistando fãs ao longo das gerações. Independentemente da sua estética ou estilo, sempre haverá uma perfeita para você! E aí, em qual dessas você vai investir neste inverno?

Beijos, Lalá.

DA CABEÇA AOS PÉS!- AS TENDÊNCIAS DE SAPATOS PARA O OUTONO/INVERNO

Depois de diversas tendências e conceitos, como os “ugly shoes”, já entendemos que, dentro da composição do visual, um sapato nunca é SÓ um sapato e que ele também é um item que ajuda a trazer mais estilo e informação de moda para qualquer look. Por isso, vim compartilhar com vocês alguns modelos de calçados que prometem marcar as produções de outono/inverno.

As botas durante o inverno são sempre um must-have, porém o que marca a chegada da estação neste ano são os calçados em tons de marrom, que chegam como uma opção elegante e sofisticada para quem cansou do peso das botas pretas nos looks. Esses tons são democráticos e combinam com praticamente todas as cores, trazendo um ar de visual pensado, que foge do básico, mas sem tantas excentricidades.

Os sapatos flats também se destacam: sejam os mocassins minimalistas, que adicionam um ar mais elegante e clássico aos looks urbanos, ou as sapatilhas arredondadas, que trazem um toque de criatividade e diversão. Os sapatos baixos são confortáveis, versáteis e combinam com muitas propostas, desde o casual chic com calças jeans e peças de alfaiataria até saias e vestidos volumosos.

Por último, um dos modelos que se destacam como uma opção oposta aos tradicionais scarpins são os Vamp Pumps, modelos de salto que trazem o colo do pé mais coberto e a parte dos tornozelos livre. É um calçado com características mais contemporâneas, entretanto, ainda assim, consegue manter elegância e sofisticação em sua silhueta, funcionando tanto para looks de escritório quanto para visuais noturnos e de passeio.

Independentemente de o seu estilo ser mais clássico e atemporal ou moderno e urbano, essas tendências se destacam por serem democráticas e adaptáveis a diversos estilos. Eu estou apaixonada por cada uma delas, e vocês? Em qual vão investir?

Beijos, Lalá.

MET GALA 2026- A MODA E A ARTE SE ENCONTRAM NOS MELHORES LOOKS DA NOITE!

Nesta primeira segunda-feira de maio, dia 4, aconteceu mais uma edição do tradicional baile de gala do Metropolitan Museum of Art, em Nova York, o famoso Met Gala, com o objetivo de angariar fundos para o Costume Institute. Nesta edição, diversas personalidades importantes adentraram o baile celebrando o tema “Costume Art”, que traz uma mostra que mistura pinturas e esculturas históricas com o vestuário contemporâneo.

Como co-hosts, Beyoncé, Nicole Kidman e Venus Williams também marcaram o evento, que tirou nosso fôlego. Vem conferir os melhores looks da noite!

Começando pelas mais jovens do clã Kardashian/Jenner, as irmãs Kendall e Kylie usam Gap Studios e Schiaparelli, respectivamente, explorando referências de esculturas gregas e neoclássicas. Os vestidos passeiam entre o rígido e a leveza dos tecidos. A modelo Anok Yai usa Balenciaga, sob a direção criativa de Pierpaolo Piccioli, e apresenta uma das belezas mais comentadas da noite, com a pele bronzeada e lágrimas em 3D que remontam à imagem de Nossa Senhora; ela se transforma em uma verdadeira estátua humana. Chase Infiniti também marca a noite com um look Thom Browne, com mais de 1 milhão de aplicações de brilho em todo o comprimento do vestido.

vestido customizado da Mugler, pintado à mão, inspirado na obra “Il Giardino di Arles”, de Van Gogh. Assim como a artista Gracie Abrams, que usou um vestido Chanel, assinado por Matthieu Blazy, referenciando a obra “Ritratto di Adele Bloch-Bauer I”, de Gustav Klimt, por meio das aplicações de pedraria.

A atriz Hunter Schafer, em um look customizado da Prada, também homenageia Gustav Klimt e sua obra “Mäda Primavesi”, recriando, em um olhar contemporâneo, a vestimenta da pintura. Já Madonna usa Saint Laurent em referência à obra “La Tentazione di Sant’Antonio, Frammento II”, da artista surrealista Leonora Carrington.

O Met Gala é uma noite que nos relembra como a moda continua sendo mágica e que também pode carregar mensagens importantes por trás de cada detalhe. Eu fiquei apaixonada por vários looks e acho até difícil escolher apenas um como o melhor. E vocês? Tiveram um preferido?

Beijos, Lalá.