
Muitas tendências voltam com o passar do tempo, e hoje em dia o que mais vemos é a valorização do vintage, dos brechós e dos itens que não necessariamente marcaram de forma ativa as novas gerações enquanto cresciam, mas que agora vão se tornando itens de valor e grandes desejos de consumo. Entre eles, os relógios passam a se destacar. Marcas tradicionais como Casio e Citizen, que pareciam esquecidas, começam a aumentar suas taxas de vendas desde 2025, e a Geração Z parece ficar cada vez mais obcecada com esse “passado” não tão antigo. Mas qual o motivo da volta dessas tendências e o que isso diz sobre as mudanças de comportamento? Vem que eu vou te contar!


Vivemos um período marcado pela conectividade. O celular passa a ser um objeto indispensável no nosso dia a dia, não só para se comunicar, mas até mesmo para as tarefas mais simples, como fazer anotações ou ver as horas. E é baseado nisso que o retorno das tecnologias analógicas parece ganhar cada vez mais força. As vendas de vinis e CDs, das câmeras digitais e analógicas e, por fim… dos relógios! Cada um desses objetos parece nos convidar a desacelerar e até mesmo a começar a enxergar a vida de uma forma menos online. Além disso, eles comunicam uma nova proposta de lifestyle, com um pouco mais de estilo e autenticidade.


E, claro, falando de moda, essa sensação de nostalgia continua crescendo. Termos como anemoia surgem para tentar explicar essa onda de “saudades” de um passado que as novas gerações não viveram. Esse comportamento se reflete também nas tendências de moda, trazendo para a atualidade peças que marcaram os anos 2000, como as calças capri, skinny e as misturas do sexy com o maximalismo de outras épocas, fazendo com que o mercado de antiguidades e de segunda mão volte a se movimentar, agora principalmente graças aos acessórios.






Toda mudança de tendência revela algo sobre nós e sobre como enxergamos o mundo na atualidade, e o retorno do vintage é só mais um dos aspectos que mostram, novamente, como a rapidez da internet se torna cada vez mais cansativa e como tudo ao nosso redor parece pedir mais densidade e calma.
Beijos, Lalá.
















































