O SUCESSO DOS SHORTS GODÊ

Muito provavelmente você já está familiarizada com a saia godê, certo? Conhecida por ter um corte transversal que lhe proporciona bastante movimento, volume e uma silhueta “rodada”, a saia godê ganhou sua versão short! Tudo indica que a nova tendência, também conhecida como ruffled shorts, conquistou um espaço especial nos armários de celebridades e fashionistas desde a última temporada de verão no hemisfério norte.

Caracterizado por uma modelagem ampla que marca bem a cintura e se alarga até a barra, o short godê se assemelha muito a uma saia e pode ser a aposta certeira para quem busca imprimir um ar romântico ao look sem perder o conforto. Desde modelos no jeans clássico, até interpretações em couro, moletom, linho e alfaiataria, a tendência incorpora uma ampla gama de tecidos e proporciona diversos stylings diferentes, transitando muito bem entre estilos e ocasiões. Na busca por um visual mais clássico, invista em versões de tecidos mais sofisticados e estilize com uma boa camisa social ou blazer; para um look mais descontraído, opte por tecidos mais leves e combine seu short godê com T-shirts ou tops.

Formas não faltam para apostar nessa trend! Confira mais inspirações na galeria a seguir:

Beijos, Lalá.

DA ALTA-COSTURA AO PRÊT-À-PORTER: AS TRENDS DAS PRÓXIMAS TEMPORADAS

Entre os dias 25 e 28 de janeiro, algumas das maiores grifes do mundo desfilaram sua alta-costura em meio a filmes incitantes e passarelas virtuais que permitiram um acesso em primeira mão a uma das maiores tradições da moda. A haute couture nos deslumbra com trabalhos minuciosos, produções artesanais e com toda a delicadeza do savoir-faire, além de anunciar muitas das tendências para as futuras coleções prêt-à-porter! Afinal, por mais luxuosa que a alta costura possa ser, muitos dos elementos apresentados em suas coleções tendem a ser reinterpretados em criações para o dia a dia. Querem saber quais tendências as próximas temporadas fashion nos reservam? Separei algumas a seguir! Vamos nessa?

TRAMAS

ALFAIATARIA

METÁLICOS

TRANSPARÊNCIAS

DRAPEADOS

BABADOS

RECORTES

Beijos, Lalá.

O figurino de Bridgerton como celebração da haute couture

Quem aí já assistiu Bridgerton? Conquistando mais e mais espectadores e entusiastas a cada dia, um dos novos grandes sucessos da Netflix tem dado o que falar. O enredo romântico e de época nos dá um gostinho de novela, como havíamos de esperar de uma trama articulada pela aclamada Shonda Rhimes (autora de Grey’s Anatomy). Apesar da narrativa cativante, não podemos deixar de trazer os holofotes para o figurino da série, que tem sido mundialmente comentado por críticos e amantes da moda. Os mais de 7000 figurinos criados por Ellen Mirojnick para os 8 episódios da primeira temporada deslumbram suaves cores pastéis, vibrantes estampas e adornos florais, incontáveis babados, suntuosos bordados, mangas bufantes com minuciosas aplicações de pedrarias, penas esvoaçantes, delicadas luvas e perucas dignas de Maria Antonieta.

Remetendo à moda da época da regência britânica, o figurino da série se encaixaria não apenas nesta época, como também representaria com perfeição os conceitos mais estimados da haute couture. Para celebrar a chegada da semana da alta costura parisiense que se inicia na próxima segunda (25/1), nada mais apropriado do que celebrar algun looks icônicos da moda dos últimos anos e que se assemelham ao tão comentado figurino de Bridgerton. Vamos nessa?

Beijos, Lalá.

MINHA EXPERIÊNCIA QUANTO À INTRODUÇÃO ALIMENTAR DOS MEUS FILHOS

As mamães que me acompanham têm me perguntado bastante sobre a introdução alimentar (IA) da Maria Luísa, principalmente quando comparada ao método que usei para introduzir alimentos na dieta do Pedro. Ontem compartilhei alguns “achismos” nos meus stories do Instagram e esclareci algumas dúvidas frequentes, também. Para complementar essa informação tão útil para nós mamães, resolvi trazer mais detalhes sobre o tema também neste post, explicar melhor o que é cada método e aportar algumas informações científicas. Vamos lá?

QUANDO COMEÇAR A IA?

Antes de escolher um método de introdução alimentar, é importante que cada mamãe e papai entenda o momento certo para dar início a esse processo. A Organização Mundial da Saúde recomenda oficialmente que os pais comecem a complementar a nutrição com leite materno, oferecendo alimentos ao bebê a partir de seus 6 meses de idade. Essa idade pode variar, contudo, de acordo com as necessidades específicas para o desenvolvimento de cada bebê. Por isso, consulte seu pediatra para iniciar e acompanhar todo este processo.

QUAIS SÃO OS MÉTODOS PARA A IA

Há dois métodos principais para introduzir alimentos à dieta dos bebês. O primeiro deles se pauta nas tradicionais “papinhas”. Segundo o Manual de Orientação do Departamento de Nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria, nesse método recomenda-se que a alimentação complementar do bebê seja espessa e oferecida com colher, evoluindo gradativamente até a ingestão de alimentos mais sólidos. O segundo método, o BLW, conta com uma abordagem alternativa e que tem ganhado muitos adeptos em todo o mundo. 

O QUE É O BLW?

O método BLW nada mais é que a abreviação do termo Baby-led Weaning, que traduzido do inglês significa “desmame guiado pelo bebê”. Assim nomeado pela agente de saúde britânica Gill Rapley, o BLW se baseia na premissa de que a introdução alimentar tradicional era recomendada quando acreditava-se que o bebê necessitava de alimentação complementar ao leite materno já aos 3 meses de idade. O BLW defende que, a partir dos 6 meses, as capacidades motoras e desenvolvimento do bebê já permitem uma IA pautada em alimentos sólidos, e é nisso que se difere do método tradicional.

COMO FAZER O BLW?

Um dos grandes atrativos do BLW é a possibilidade de oferecer ao bebê elementos da própria refeição familiar. Outra vantagem é que o método dá a oportunidade ao bebê de conhecer novas texturas e sabores, e a identificar o gosto de cada alimento – algo mais difícil no método tradicional, já que as papas misturam alimentos em um único sabor. Para fazer o BLW, é essencial disponibilizar alimentos apropriados e cortados em formatos que permitam que o bebê os ingira com as próprias mãos. É importante achar o equilíbrio entre a autonomia que é oferecida ao bebê durante a alimentação e os cuidados necessários, para que assim ele possa comer com as próprias mãos, tendo uma experiência sensorial e segura. Paciência e atenção são palavras chave nesse processo.

MINHA EXPERIÊNCIA

É claro que cada mamãe deve, com o conselho de seu pediatra, seguir o método que julgue mais seguro para seu filho. No meu caso, o BLW trouxe resultados incríveis para a alimentação e desenvolvimento do Pedro. O Pedro come absolutamente tudo, sem tempo ruim e com muito gosto! A única comida que ele recusou até hoje foi a berinjela. Se isso foi resultado do BLW ou não, não dá para afirmar com certeza, mas é um fato que este método amplia o paladar infantil, já que cada alimento representa uma experiência e um gosto diferente para o bebê. No caso da Maria Luísa, como ela nasceu prematura e, portanto, o ganho de peso é sempre uma questão, optamos pelo método tradicional, uma vez que o BLW exige muito mais tempo para que o bebê coma, ao passo que com a papinha o bebê tem mais facilidade para comer em maiores quantidades e, consequentemente, a ingestão calórica é maior. Outro ponto que nos levou a optar pelo método tradicional foi o episódio que vivemos com um engasgue do Pedro. Passamos por dias muitos complicados na UTI depois que o Pedro se engasgou com um grão de milho e, querendo ou não, isso nos trouxe um certo trauma. É importante ressaltar, contudo, que isso não exclui os benefícios do BLW, apesar de salientar a importância de ter a atenção e os cuidados redobrados neste método.

Por fim, reforço mais uma vez a necessidade primordial de ter o acompanhamento de um pediatra para qualquer método de IA. E ah, não deixe de compartilhar dicas, dúvidas ou experiências aqui nos comentários!

Se quiser saber mais sobre esse assunto, tenho dois IGTVs disponíveis com a Bruna Lima, especialista em introdução alimentar! Você pode assistir aos vídeos clicando aqui para o vídeo 1 e aqui para o vídeo 2.

Beijos, Lalá.

FENDI E PRADA APRESENTAM UMA MODA MASCULINA ECLÉTICA E INCLUSIVA PARA O OUTONO 2021

Prada

Por mais que muitas marcas tenham otimizado seu calendário de eventos e lançamentos, unificando coleções femininas e masculinas, janeiro ainda pode ser considerado, no calendário mais tradicional do mundo da moda, um mês de lançamentos para a moda masculina. Para celebrar tal advento, não poderia deixar de trazer alguns highlights das coleções lançadas por duas marcas que eu amo de paixão – Fendi e Prada.

Assinando mais uma coleção à frente da grife italiana, Silvia Fendi intencionou criar peças que pudessem refletir diferentes personalidades e gostos masculinos, desde aqueles com uma atitude mais fashionista até os mais discretos. O resultado dessa intenção foi, naturalmente, uma coleção eclética e diversa: casacos acolchoados em acabamentos de quilting em direção diagonal aparecem tanto em tons sóbrios quanto em tons vibrantes como rosa e amarelo, estampas criativas ou o lettering da marca escrito em forma cursiva pelo artista Noel Fielding agregam toques de playfulness a sobretudos e coletes, tecidos como couro, peles, jacquard e lã contribuem para entregar uma coleção que a estilista define como tátil, suave e funcional.

Desenvolvida pelos designers Raf Simons e Miuccia Prada, a coleção de outono masculina da Prada foi totalmente sensorial. Visando despertar sensações em detrimento de desenvolver uma narrativa específica, um tipo de peça foi essencial para dominar toda a coleção, assumindo diversas formas de ser usada, sentida e vista, dependendo do sentimento de cada um. A peça que protagonizou a coleção foi o macacão justo em padronagem de tricot, que em diferentes momentos surgia em diversas estampas – algumas vezes como peça única do look, ou ainda compondo outfits junto a jaquetas, sobretudos, suéteres, ternos e camisas. Os decotes variavam entre formato V, arredondado ou com colarinhos no estilo polo, contribuindo para agregar ainda mais ritmo às composições desfiladas, as quais souberam lançar mão de camadas e mesclas de estampas em um show de sofisticação, estilo e bom gosto.

Ambas as coleções nos apresentam um novo olhar sobre a moda masculina, que caminha para um futuro cada vez mais individualista, no qual cada homem poderá expressar seu estilo pessoal de forma mais única. E o melhor: respeitando seus limites e gostos. Eu mesma já consigo vislumbrar um menino Pedro cheio de estilo e um papai Diego que mantém uma sofisticação discreta sem deixar de refletir sua personalidade. E vocês? O que esperam da moda masculina para os próximos anos?

Beijos, Lalá.